A questão ambiental está em alta no momento. Seja por problemas urbanos causados por inundações e perdas de patrimônios, ou pelo desmatamento da Amazônia, todos falam sobre o assunto.
Porém, o tema não pode ser analisado simplificadamente. A área é complexa. Os fatos ocorrem por causa da implantação de ações sem planejamento e prevenção. Além disso, falta conhecimento para correção e combate ao dano decorrido.
É muito importante que haja uma atuação de todos, tanto do Governo e empresários, como da população. É imprescindível, uma ação conjunta e um convencimento pessoal de que os fatos atuais são resultado da resposta da natureza às ações humanas executadas sem estratégia e organização.
O Governo tem que investir em Políticas Públicas que sejam realmente implantadas e que envolvam execução e fiscalização das ações. Isto requer investimento em mão de obra especializada, séria e equilibrada, ou seja, que não haja com radicalismo, nem pelo lado ambientalista, nem pelo lado do crescimento a todo custo.
Os empresários têm que atuar em medidas e tecnologias minimizadoras dos impactos causados no ambiente pelas suas atividades. Dessa forma, conseguirão trabalhar com segurança e fazer valer o conceito de desenvolvimento sustentável, pois conseguirão desenvolver-se com ações ambientalmente corretas, socialmente justas e economicamente viáveis.
Por fim, a população também tem que fazer sua parte. Agir individualmente, é suficiente. Tanto cuidar dos seus resíduos, descartando-os de forma correta, como utilizar água e energia de forma consciente são ações individuais que ajudam a usufruir dos recursos de maneira racional. Exigir que o comércio utilize menos embalagens descartáveis, solicitando materiais reutilizáveis; além de carregar suas próprias sacolas ao fazer suas compras, também são ações particulares que podem melhorar as reações da natureza às ações humanas.
Não é difícil, é hábito. Todos precisam acreditar que é importante incorporar e tornar rotineiras ações, cujos objetivos não são mudar o mundo. Os objetivos são proteger a si mesmo de catástrofes ambientais, que não são de origem natural, mas sim consequências das ações antrópicas sobre a natureza.